Em 2011, 38% das mortes ocorridas no trânsito acreano tiveram a embriaguez como causa
Os acidentes de trânsito já se tornaram caso de saúde pública.
Somente na última década, segundo o Ministério da Saúde, as mortes por
essa circunstância cresceram 25% e todos os anos aumentam os
investimentos para atendimento aos acidentados no país. Nesse sentido,
as ocorrências envolvendo condutores sob influência de bebidas
alcoólicas estão no ranking das principais causas de acidentes que
vitimam inúmeras pessoas pelo mundo ano após ano. Em 2011, 38% das
vítimas de acidentes fatais ocorridos no Acre estavam alcoolizadas.
Por entender a gravidade dessa problemática, o poder público tem
reunido esforços para tentar coibir essa prática, por meio
principalmente do endurecimento das penalidades aplicadas. No âmbito
administrativo, uma reforma na legislação de trânsito instituiu em 2008
impreteríveis 12 meses de suspensão de dirigir aos condutores flagrados
sob efeito de substâncias psicoativas.
Além disso, um projeto de lei está sendo analisado atualmente pela Câmara Federal para endurecer ainda mais as penalidades previstas no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Se aprovado, o atual valor da multa cobrada - R$ 957,65 - será dobrado e o tempo de suspensão da carteira passaria a ser de 24 meses. Em caso de reincidência, o valor saltaria para R$ 3.830.
Acompanhando esse processo, o governo do Estado, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Polícia Militar e Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP), bem como a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), iniciaram em março de 2011 a Operação Álcool Zero, que tem sido intensificada e disseminada nos últimos meses.
Balanço das operações Álcool Zero
De acordo com os dados apresentados pela Seção de Análise Criminal do Comando de Policiamento Ostensivo (CPO-I), em 2011 foram efetuadas 142 blitze Álcool Zero, nas quais 14.887 condutores foram abordados. Além disso, 1.431 autuações pelo artigo 165 do CTB foram lavradas e 6.423 testes bafométricos, realizados.
Além disso, um projeto de lei está sendo analisado atualmente pela Câmara Federal para endurecer ainda mais as penalidades previstas no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Se aprovado, o atual valor da multa cobrada - R$ 957,65 - será dobrado e o tempo de suspensão da carteira passaria a ser de 24 meses. Em caso de reincidência, o valor saltaria para R$ 3.830.
Acompanhando esse processo, o governo do Estado, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Polícia Militar e Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP), bem como a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), iniciaram em março de 2011 a Operação Álcool Zero, que tem sido intensificada e disseminada nos últimos meses.
Balanço das operações Álcool Zero
De acordo com os dados apresentados pela Seção de Análise Criminal do Comando de Policiamento Ostensivo (CPO-I), em 2011 foram efetuadas 142 blitze Álcool Zero, nas quais 14.887 condutores foram abordados. Além disso, 1.431 autuações pelo artigo 165 do CTB foram lavradas e 6.423 testes bafométricos, realizados.
“A Álcool Zero foi altamente relevante no que diz respeito a reduzir
os acidentes, tendo em vista que bebida é um fator de risco. E essa,
sendo uma ação específica no combate a eles, apresentou resultados
imediatos em 2011, essencialmente na capital. Por isso, a importância da
continuidade dessa política de governo em 2012, na qual o foco
principal é salvar vidas”, afirma o coordenador da operação Álcool Zero,
Major Márcio.
As
operações surgiram com o intuito de atingir as áreas onde há maior
ocorrência de acidentes envolvendo condutores alcoolizados. Além disso,
as equipes de fiscalização priorizam também os locais de maior tráfego
de pessoas, as quais saem especialmente nos fins de semana para se
divertir, muitas vezes abusando na ingestão de bebidas alcoólicas e
provocando acidentes à direção de veículos. As blitze foram
intensificadas no fim do ano, época em que as pessoas consomem mais
bebida alcoólica em decorrência das festas.
De acordo com a diretora-geral do Detran, Sawana Carvalho, o intuito não é prejudicar o comércio de bebidas, e sim criar uma consciência junto aos condutores para não beber e dirigir. “Beber e não dirigir é uma questão de cidadania. Afinal de contas, existem alternativas para quem ainda assim quer se divertir, como utilizar, por exemplo, os transportes coletivos”, explica.
A Álcool Zero já pode ser considerada uma das maiores operações feitas pelo governo do Estado para coibir a ingestão de bebidas alcoólicas antes de dirigir. Para tanto, foram efetuados investimentos inclusive para a publicidade, entre eles campanha para televisão. Toda essa publicidade tem o objetivo de trazer a temática à tona e, assim, reduzir os acidentes. Não é apenas multar por multar. No momento que está sendo multado, o condutor tem a consciência da infração que cometeu.
Equipe acreana participa de operação Lei Seca no Rio de Janeiro
De acordo com a diretora-geral do Detran, Sawana Carvalho, o intuito não é prejudicar o comércio de bebidas, e sim criar uma consciência junto aos condutores para não beber e dirigir. “Beber e não dirigir é uma questão de cidadania. Afinal de contas, existem alternativas para quem ainda assim quer se divertir, como utilizar, por exemplo, os transportes coletivos”, explica.
A Álcool Zero já pode ser considerada uma das maiores operações feitas pelo governo do Estado para coibir a ingestão de bebidas alcoólicas antes de dirigir. Para tanto, foram efetuados investimentos inclusive para a publicidade, entre eles campanha para televisão. Toda essa publicidade tem o objetivo de trazer a temática à tona e, assim, reduzir os acidentes. Não é apenas multar por multar. No momento que está sendo multado, o condutor tem a consciência da infração que cometeu.
Equipe acreana participa de operação Lei Seca no Rio de Janeiro
Uma comitiva constituída por órgãos de trânsito do Acre está no Rio
de Janeiro desde a última quarta-feira, 1, acompanhando os trabalhos
realizados pelo Detran carioca. O Acre é o 12º Estado da federação a
visitar o Rio de Janeiro para conferir as ações da Lei Seca, que são
referência no país.
“Esperamos
reduzir drasticamente os número de mortes no trânsito ao adotar a
metodologia de trabalho criada pelo governo fluminense. Queremos ser
também um exemplo, como o Rio de Janeiro, na redução de acidentes com
vítimas fatais com relação à embriaguez no volante. Através de decreto, o
governo do Acre já formalizou a execução da Álcool Zero, mas queremos
atrelar a fiscalização à educação, utilizando também um brilhante
trabalho que é feito por cadeirantes”, afirma Sawana.
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